Ai, que a Lua
busca sem querer
que deve-se mudar
o sentido de como se dorme
na minha cama.
Ama, afaga, aquece
e reza o nome do Lobo,
que uiva de prazer de ter
à vista e alcance
sua desde sempre
musa,
nua,
como é,
Lua.
Passo que confunde
e que destoa, se dado,
pois Ela pouco sabe,
pela incapacidade do Lobo de dizer,
que ele à ama não por Ela ser bela
e sim por Ela ser Ela.
De sua essência, Lua.
De fases
e que trás o caos
pelo mistério de seu lado negro,
(des)conhecido.
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