Há muito tempo
muito tempo passou
em passo veloz
junto com a tua voz,
que suspirava e sussurrava
cânticos dos sonhos
achados e perdidos
num mundo novo.
De manhã cedo
até a tarde, arde
o vento do teu peito
ao respirar
adormecida sobre o leito envenenado,
rejeitado e ajeitado do teu jeito
quase perfeito.
Uh, Soraia
do olhar que para o tempo à beira
de tua saia
à vista do incerto ensejo.
Há muito, muito pouco,
pouco importava
onde estava a bela luz.
Ao decorrer do túnel
acha-se entre os dentes
mais valentes o que seduz
e era proibido,
mas não sabido.
De noite, parte a arte
e fica a parte à parte
dos sonhados e sonhadores.
À luz da Lua
branca, negra e rubra
brada internamente
o inefável pedido
incompreendido
Uh, Soraia
do olhar que para o tempo à beira
de tua saia
à vista do incerto ensejo...
muito tempo passou
em passo veloz
junto com a tua voz,
que suspirava e sussurrava
cânticos dos sonhos
achados e perdidos
num mundo novo.
De manhã cedo
até a tarde, arde
o vento do teu peito
ao respirar
adormecida sobre o leito envenenado,
rejeitado e ajeitado do teu jeito
quase perfeito.
Uh, Soraia
do olhar que para o tempo à beira
de tua saia
à vista do incerto ensejo.
Há muito, muito pouco,
pouco importava
onde estava a bela luz.
Ao decorrer do túnel
acha-se entre os dentes
mais valentes o que seduz
e era proibido,
mas não sabido.
De noite, parte a arte
e fica a parte à parte
dos sonhados e sonhadores.
À luz da Lua
branca, negra e rubra
brada internamente
o inefável pedido
incompreendido
Uh, Soraia
do olhar que para o tempo à beira
de tua saia
à vista do incerto ensejo...
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