Que rejeito.
- Mas que deito ao lado
E que de algum jeitoEncontro repouso para meus próprios olhos,
Guardando assim a imagem que irá gerar o doce sonho
Onde esse vil veneno
Já não corrói mais meu peito.
- Pelo deleito, a que permito tal delírio que sucumbe de meu repousar em ânsia que teu ardiloso olhar me faz efeito...
- Já que é feito o fardo de carregar esse peso
Que seja de águaPara que possa transferir à ela o calor dos afagos que te guardo
E que assim evapore
Pairando no ar que respiras
Encantada de carinhos
Deixando em teus pulmões
Toda a leveza do ser... que não tenho...
(D. F.)
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