Havia o cidadão de bem
que rezava e orava
Havia o ladrão
que percebe o cidadão distraído
A mão
que furtava a bolsa do cidadão
E a mão
que sacava a arma e puxava o gatilho
Havia um corpo no chão da igreja
Havia gritos de aleluia pela morte do ladrão
E havia Deus
que era a bolsa do cidadão
Nenhum comentário:
Postar um comentário