Provo-te
E o mundo pode acabar
Que soem trombetas
Que caiam meteoros
Somos eternos em cada
beijo
Sinto a força de
incontáveis brados retumbarem
pela doçura
inebriante da tua voz de deusa
E a essência ancestral
da cor
No encanto celestial
do teu cabelo
Na tua pele
A tua carne
Vem
Vai
vem
Numa excursão de mim
mesmo
Por onde e que só tu
conheces os caminhos
E só pode ser mesmo
O canto da liberdade
O som que danças a
todo momento
Pela perfeição dos
teus movimentos
Desde o piscar de
olhos
o teu peito ao respirar
o pulsar do teu
sangue
até toda a delícia
infinita que é
pra todos os
universos
e tudo que te rodea
toda a tua existência
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