Avisto a luz lá na
janela
através da cor dos
teus cabelos,
que deixam os meus
sonhos iguais:
Vermelhos.
Deitado, extasiado,
hipnotizado,
torturado.
O medo bobo de te
ferir
se esvai com o aval
das tuas palavras,
e assim devoro o
monte alvo
da tua nudez.
E dás início a uma
sinfonia
da tua voz sozinha.
Então, Ama,
pra harmonizar o
movimento
na cama
com o sussurro bem
baixinho
que me chama,
faço na fonte de
deleite um furinho.
Viro vampiro.
Provo do teu sangue.
Viro vampiro
e suspiro mais uma
vez.
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