Olha só que coisa!
Do rio de lágrimas
derramadas pelas lamentações de coisas perdidas,
surge aquela que
sempre sabe o que quer.
E me abraça, me
cerca, me leva, me arranha, me tem.
Conhece todos os meus
caminhos
e desfila por eles
dançando o ritmo dos corações perdidos.
Como uma guardiã,
que tem a postura
mais leve do mundo,
deitada na rede
comigo,
envolta em meus
braços,
como se fosse ela
quem precisasse de proteção.
Mas nós dois sabemos
que quem precisa sou
eu.
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