"Aí a casa do outro. Lugar cheio de mistérios facilmente desvendáveis e sutis como aquele olhar de 'Pode ficar à vontade. A casa é nossa'.
Houve uma boa e breve conversa com nossa amiga em comum Maria, antes de seguirmos para o castelo. E eu, mais uma vez, com contos de um bardo da noite que sou, visito pela madrugada o real aposento de outrem. Rainha de Ouros. Tão cheia de grandes histórias em sua estatura tão pequena e tão bela. Em seu castelo escondido, ela me oferece algo para repôr as energias desperdiçadas no trabalho que não era do meu dom e depois gastar em algo muito mais útil, que foi o que veio a seguir. Quase infinitas horas um tanto destorcidas pela conversa que tivemos com Maria, mas que prologaram e potencializaram à milhares as nossas prosas corporais, com todos aqueles sons desritmados, gemidos, suspiros. Palavras que ela só ousou, quase declamar, quando estive o mais próximo que um ser pode estar de outro, e dentro de toda aquela frágil, mas paradoxalmente resistente rainha. Eram desejos pedidos, que a deixavam ainda mais paradoxal se considerarmos seu posto de rainha. Todos atendidos com muita dedicação.
Em uma pausa consedida por ambos, a rainha faz seu único decreto do dia, entre elogios e mais suspiros repletos de olhares cheios de ótimas intenções: 'Venha quando quiser'."
Houve uma boa e breve conversa com nossa amiga em comum Maria, antes de seguirmos para o castelo. E eu, mais uma vez, com contos de um bardo da noite que sou, visito pela madrugada o real aposento de outrem. Rainha de Ouros. Tão cheia de grandes histórias em sua estatura tão pequena e tão bela. Em seu castelo escondido, ela me oferece algo para repôr as energias desperdiçadas no trabalho que não era do meu dom e depois gastar em algo muito mais útil, que foi o que veio a seguir. Quase infinitas horas um tanto destorcidas pela conversa que tivemos com Maria, mas que prologaram e potencializaram à milhares as nossas prosas corporais, com todos aqueles sons desritmados, gemidos, suspiros. Palavras que ela só ousou, quase declamar, quando estive o mais próximo que um ser pode estar de outro, e dentro de toda aquela frágil, mas paradoxalmente resistente rainha. Eram desejos pedidos, que a deixavam ainda mais paradoxal se considerarmos seu posto de rainha. Todos atendidos com muita dedicação.
Em uma pausa consedida por ambos, a rainha faz seu único decreto do dia, entre elogios e mais suspiros repletos de olhares cheios de ótimas intenções: 'Venha quando quiser'."
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